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Atualizado em 26-03-2020

Alumínio: o vilão das plantas

O alumínio (Al) é o metal mais abundante no solo, uma vez que a maior parte dos minerais primários e secundários das rochas formados pela ação do intemperismo são aluminosilicatos, que, quando decompostos pela água carregada de gás carbônico, liberam o alumínio na forma trocável (Al3+).
Um dos fatores que causam maiores problemas de toxicidade em solos com pH abaixo de 5,0 é a elevada concentração de alumínio (Al) disponível, constituindo um fator limitante ao crescimento das plantas. Com o pH mais baixo que 5,5 ou muito alto acima de 7,5 , há um aumento na dissolução de óxidos ou hidróxidos de Al.
Esta acidez compreende situações de toxicidade iônica como excesso de alumínio e às vezes manganês, além de limitações nutricionais, devido à carência de Ca+2 e Mg+2, aliadas à baixa disponibilidade de fósforo (P) para as plantas. A lixiviação retira elementos químicos do solo, em especial cálcio e magnésio através da água de percolação, que substitui as bases por hidrogênio e alumínio, o que intensifica a acidificação. Somado a isto, os teores de N e K, nestes tipos de solos tendem à deficiência, explicado também pelos baixos teores de matéria orgânica.
A presença do Al reduz o crescimento e o desenvolvimento das raízes e diminui a absorção de nutrientes, há uma atrofia do sistema radicular que se caracteriza por uma inibição do alongamento do eixo principal, as raízes laterais e nas pontas se tornam mais grossas. Não há existência de raízes finas. O sistema radicular é reduzido, poucas ramificações laterais, ocupando pequeno volume de solo, o que prejudica a planta na absorção de água e nutrientes no perfil do solo. Estas plantas ficam com as raízes superficiais que não ultrapassam os 20 cm de profundidade.
Para neutralizar o alumínio (Al+3) do solo utiliza-se calcário, assim eleva o pH a valores onde a disponibilidade de nutrientes é aumentada. Aumenta a disponibilidade de nitrogênio, enxofre e boro que resultam da mineralização da matéria orgânica, melhora o aproveitamento de adubos, fornece cálcio e magnésio e estimula a atividade microbiana. No entanto, a sua capacidade corretiva não ultrapassa as camadas superficiais, o que impossibilita o crescimento normal do sistema radicular dos vegetais, que precisam de um maior volume de solo para explorar, principalmente em profundidade, a fim de garantir a absorção de nutrientes e água. Além disso, a redução na saturação de Al ao longo do perfil do solo, com a calagem, necessita de muito tempo, devido à baixa solubilidade do calcário.
O uso do gesso agrícola pode reduzir a quantidade de alumínio ao longo do perfil, devido a sua maior solubilidade. Tanto as opções químicas quanto as mecânicas para a correção da acidez trocável apresentam altos custos e restrições técnicas, além de induzir, com frequência, à deficiência de micronutrientes em muitos solos, que podem inviabilizar a sua utilização, em particular na agricultura de menor utilização de insumos. Torna-se importante ressaltar que os efeitos da calagem tornam-se ainda muito reduzidos nos sistemas de plantio direto, os quais não contam com máquinas agrícolas para revolver o solo, apesar de esse sistema favorecer a ação do corretivo por manter canais abertos devido à decomposição de raízes e à formação de galerias realizadas pela atividade da macrofauna presente no solo.
A seleção de plantas que suportam vários níveis de alumínio vem sendo considerada a melhor alternativa para o aumento da produção em solos ácidos com concentrações altas desse cátion. Sendo assim, práticas envolvendo diferentes métodos estão sendo empregadas tanto em cultura de campo como em soluções nutritivas.
Como se vê, o alumínio é um inimigo das plantas. Sua presença, no solo, deve ser descartada para evitar prejuízos às raízes das plantas. Para isto, a análise do solo é primordial para conhecer a presença de alumínio e sua possível toxidez para as culturas. A determinação da percentagem de saturação de bases é essencial para uma recomendação de calagem. O primeiro passo é coletar uma amostra média representativa da área que vai ser explorada com lavouras econômicas e proceder a análise da mesma. O laudo da análise vai fornecer os elementos para calcular a  recomendação da calagem baseada na neutralização do Al³ trocável mais suprimento de cálcio e magnésio (Ca+Mg).
 
Equipe do Laboratório de    
Análises   Agronômicas Camda
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