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Atualizado em 10-02-2020

Macronutrientes e sua importância

Uma planta não cresce e não se desenvolve se não tiver a presença de nutrientes necessários. Os elementos minerais essenciais são: nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre, boro, cloro, ferro, manganês, zinco, cobre, molibidênio e níquel.
Alguns nutrientes são indispensáveis para o desenvolvimento da planta, estes podem ser necessários em quantidades diferentes, alguns em maior e outros em menor quantidade, e podem ser divididos em micronutrientes e macronutrientes.
Vamos ressaltar a importância dos macronutrientes, principalmente o potássio, cálcio e magnésio. São considerados macronutrientes devido a necessidade de uma maior quantidade disponível no solo. São metais catiônicos que variam em quantidade disponível devido a fomação mineral do solo de cada região.
Estes nutrientes são absorvidos através do sistema radicular das plantas, e se movimentam através do fluxo de massa para chegar às extremidades, com excessão do cálcio que possui menor mobilidade. No solo a concentração natural é maior de cálcio, seguido de magnésio e potássio, mas quando absorvido pela planta essa ordem se inverte, ficando uma concentração maior de potássio em relação ao cálcio e magnésio.
O potássio é o segundo nutriente mais consumido por uma planta por isso precisa de uma atenção especial; ele é responsável pela ativação enzimática das células e favorece a formação de raízes, amadurecimento dos frutos influenciando na sua doçura. A carência de potássio provoca um crescimento vegetal muito reduzido, clorose matizada da folha, manchas necróticas, folhas recurvadas e enroladas sobre a face superior e encurtamento de entrenós. Inicialmente, os sintomas acentuam-se nas zonas mais velhas das plantas.
O cálcio está fortemente relacionado à integridade das membranas e paredes celulares e ao crescimento de raízes e folhas, sendo necessária para a manutenção e fortalecimento da estrutura, dando maior resistência à planta e provoca a ativação da amilase,  que é um nutriente imóvel. Também é importante na manutenção do equilíbrio entre alcalinidade e acidez do meio e da seiva das plantas. Em excesso, altera o ritmo da divisão celular. A carência de cálcio causa a má formação nas folhas jovens, encurvamento dos ápices, clorose marginal que evolui para necrose, levando a folha a morrer da extremidade para o centro. Ocorre a redução do crescimento radicular e mudança da coloração das raízes para castanho. Inicialmente, os sintomas acentuam-se nas zonas mais jovens das plantas.
O magnésio é o componente central da clorofila, molécula fundamental para a fotossíntese, e por isso está diretamente ligado ao metabolismo energético das plantas proporcionando estabilidade estrutural de membranas. Em excesso, provoca interferências na absorção de cálcio e potássio. A carência de magnésio provoca cloroses entre as nervuras, espalhando-se das margens para o centro das folhas, encurtamento de entrenós, redução do crescimento vegetal, inibição da floração, morte prematura das folhas e degeneração dos frutos. Inicialmente, os sintomas acentuam-se nas zonas mais velhas das plantas.
O potássio, o cálcio e o magnésio encontrados naturalmente em solos tropicais são resultantes da solubilização de minerais primários ao longo dos processos de formação dos solos. São dependentes do material de origem, do clima, dos organismos, do tempo e do relevo, e devido a grande extensão geográfica do Brasil, possui muitas variações de solo e clima, variando também na concentração de cada nutriente. O solo brasileiro em geral é considerado pobre em potássio.
Por isso é importante ressaltar a necessidade da correção destes nutrientes no solo. Muita gente aplica o adubo só na hora do plantio e depois nunca mais: isso está errado. A planta é um ser vivo que efetua processos metabólicos durante todo o ano. Mesmo em períodos de inatividade, seus sistemas fisiológicos não param e por isso deve ser alimentada constantemente.
O primeiro passo é identificar os nutrientes deficientes através da análise de solo ou até mesmo do tecido vegetal, para que o passo seguinte seja a escolha do fertilizante com a melhor fórmula para suprir as necessidades da cultura a ser implantada ou até mesmo da manutenção de uma cultura já existente, diminuindo o risco de uma produção baixa ou de problemas futuros com pragas ou queda de rendimento.


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