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Atualizado em 10-07-2019

Adaptação de dieta para gado leiteiro

Anteriormente publicamos a matéria “adaptação da dieta: importância e como fazer”. Entretanto, fomos solicitados a dar uma ênfase maior sobre esse assunto para o gado leiteiro. Pensando nisto destacamos pontos críticos entre as fases de produção e na mudança de ingredientes na composição da dieta, buscando o equilíbrio e aumento gradativo na produção.
 
            Vacas secas:
            Nesta categoria nós podemos subdividi-la em duas fases: secagem e pré-parto. Na secagem buscamos uma redução no fornecimento dos concentrados na busca da parada da produção de leite, juntamente com outras estratégias como diminuição da frequência de ordenha, afastamento do bezerro, entre outras. Entretanto lembramos, é nesta fase que o bezerro está sendo formado dentro da vaca, necessita de mais nutrientes para sua formação fetal, portanto não devemos simplesmente, por não estar “dando leite”, fazer uma mudança drástica em sua alimentação e colocar no pasto, sem adaptação e nenhum tipo de complemento.
            No pré-parto - podemos considerar de 20 a 30 dias antes da data prevista do nascimento do bezerro - temos que ir adaptando a vaca para a dieta que virá durante o pós-parto. Basicamente fornecendo uma dieta com os ingredientes similares ao do pós-parto, porém com menor inclusão de concentrado. Vai depender do escore corporal da vaca, uma vez que não pode estar nem muito gorda devido a possíveis problemas no parto, e se muito magra não terá reserva energética para o pico de produção que virá pela frente.
           
            Vacas pós-parto:
            Nesta fase após o nascimento do bezerro, há um aumento gradativo na produção de leite entre a 6ª e 8ª semana, quando na maioria das vezes a dieta não é suficiente para o pico de produção. Nesta situação a vaca entra em balanço energético negativo, quando ela retira energia de sua reserva corporal para produzir leite. Em aspectos nutricionais, devemos aumentar gradativamente o consumo de concentrado (ração) desde o pré-parto para que neste momento de pico a vaca possa responder com o seu melhor potencial genético para a produção de leite.
 
            Vacas em lactação:
            Seguindo a fase do pós-parto, entramos na lactação em si, quando deve perdurar por mais aproximadamente 30 semanas. Aqui o objetivo é evitar a queda brusca de produção ou em outras palavras manter a persistência de produção. Para isso é importantíssimo que não haja mudança brusca na dieta, evitando a substituição completa e repentina de um ingrediente como a ração ou forragem. Os ajustes podem e devem ser feitos de acordo com o escore corporal da vaca e produção, porém de maneira suave, como por exemplo, se a produção caiu ou o escore aumentou muito, diminuir a proporção do concentrado em relação ao volumoso, lembrando sempre de fazer isto de maneira gradativa e de alguma forma mensurando o arraçoamento e o leite.
 
            Mudança de ingrediente:
            Este é um erro muito comum e sem muita percepção do real motivo do prejuízo. Principalmente nesta época seca do ano que falta forragem, muitos mudam repentinamente e sem adaptação. Muitas vezes ocorre diarreia nos animais tamanha é a discrepância entre as forragens. Um exemplo comum e muito errado seria na falta de pasto, o produtor fornecer briquete (casca do caroço de algodão) como volumoso, mudando integralmente e repentinamente toda a forragem. Neste caso específico, a inclusão do briquete deve ser gradativa e manter uma proporção adequada entre volumoso e concentrado para corrigir as deficiências nutricionais da nova dieta.
            Outra situação muito comum ocorre no momento da troca de rações, se o cooperado da Camda estiver dando uma ração da concorrência e optar por mudar para a ração Minercamda Leite 24 MG, por exemplo, o mesmo não deve esperar acabar a ração anterior para começar a nova e sim ir misturando as duas - em um primeiro momento, a ração antiga em maior proporção e ir aumentando gradativamente a proporção da nova, até que em 7 a 10 dias esteja fornecendo somente a ração nova. Isto vale para qualquer mudança de ração, até mesmo em uma possível situação inversa quando o produtor para de comprar a ração Minercamda e começa a fabricar em sua propriedade a sua própria ração.
            Deve ser gradativa por dois motivos básicos, adaptação da flora ruminal e também do paladar do animal. Uma situação muito comum quando há uma mudança brusca nos ingredientes das rações, são as vacas refugarem o cocho ou comerem menos do que o habitual. Consequentemente se isto ocorrer, haverá uma queda na produção e não necessariamente por que o produto novo é pior, e sim por não ter sido incluso na dieta aos poucos - que é a maneira mais correta.
 

 
Vinicius Saraceni
Zootecnista - Camda



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