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Atualizado em 03-05-2019

Manejo nutricional no pré e pós-parto na estação de monta

O manejo nutricional pode ser considerado um dos principais fatores que afeta a reprodução. Energia, proteína, vitaminas e minerais, todos afetam de alguma forma na reprodução, seja pelo excesso ou pela deficiência. Entretanto, na prática, aliar o manejo nutricional ao manejo reprodutivo da propriedade, buscando-se o máximo desempenho reprodutivo, é complexo em nível gerencial, principalmente devido ao componente pastagem, base nutricional da pecuária brasileira. Nosso objetivo é de fornecer informações gerais para o manejo nutricional de matrizes e reprodutores, assim melhorando o desempenho reprodutivo, visando acompanhamento técnico e parceria com a Camda.

No Brasil central, basicamente o sistema de alimentação se divide em quatro fases distintas, onde a suplementação mineral ou fornecimento de alimentos estão diferenciadas. Temos de outubro a janeiro com abundância de chuvas e consequentemente de pastagens; de fevereiro a maio começa a decair a quantidade e a qualidade da matéria verde e de junho a setembro com muita seca e restrição alimentar, onde o uso dos chamados "proteicos" pré-partos alcançaram destaque no manejo nutricional.

O cálcio e o fósforo são elementos que representam base na formação dos ossos e músculos do feto em formação e também com grande parte da composição do leite para os bezerros que estão ao pé da vaca. Por isso é fundamental o fornecimento de suplementos minerais o ano todo, como o Minercamda Cria ou o Minercamda 80F.

Importância do escore de condição corporal (ECC) e pré-parto

A avaliação da condição corporal das vacas é uma ferramenta extremamente útil no manejo reprodutivo. Ela reflete o estado nutricional do rebanho em determinado momento. Em ocasiões estratégicas, permite correções no manejo nutricional que possam ser efetuadas a tempo, para que as fêmeas apresentem as condições mínimas no momento desejado.

As matrizes com boas condições corporais ao parto retornam ao cio mais cedo e apresentam melhores índices de concepção, sendo que a suplementação das vacas nos períodos pré e pós-parto resultam em incremento do peso corporal, interferindo na taxa de prenhes positivamente. Os animais com escores melhores durante a estação de monta possuem uma maior probabilidade de emprenhar, de modo que as vacas atinjam ECC de 2,5 a 4 (escala de 1 a 5) ao parto, pois, a recuperação do ECC no pós-parto é mais difícil, especialmente quando essa época sobrepõe-se à estação de monta subsequente. Por isso, a condição corporal deve ser observada com atenção pelo pecuarista, principalmente no terço final de gestação. Como essa fase ocorre justamente durante a estação seca, será aconselhável que as vacas muito magras sejam separadas das demais e recebam algum tipo de suplementação proteica ou energética.

Entretanto, se as vacas continuam magras, ou seja ECC baixo, a dieta dessas deve ser alterada. Assim, pode haver uma suplementação concentrada (1 proteico, 2 energético)

1) Suplemento proteico – baixo consumo, de 350g/vaca/dia, manutenção da condição corporal no período da seca (Minercamda Seca “S”);

 

2) Suplemento proteico – médio consumo, de 500g/vaca/dia, manutenção da condição corporal e pequenos ganhos no período seco do ano (Minercamda Turbo Proteico);

3) Suplemento energético – alto consumo, de 1,5 kg/vaca/dia, ganhos moderados de condição corporal. (Minercamda Turbo Energético).

No entanto, se não obtiver sucesso, mesmo após a suplementação, é importante alterar a lotação da fazenda, reduzindo, a fim de fornecer uma forragem de melhor qualidade e com volume maior por animal do rebanho. Em um último caso, deve-se fazer uma suplementação de volumoso, feno ou silagem.

Atentar para as vacas primíparas que acabaram de passar por um momento de alto desempenho e que naturalmente precisam de uma suplementação mais reforçada em relação as outras vacas do rebanho, para que voltem a entrar no cio e emprenhar novamente com intervalo entre partos de 12 meses.

Cabe ao produtor e ao técnico fazer contas para descobrir qual o peso a ser ganho pelos animais, que se levada em conta a desmama em março e o início da parição em agosto, tem duração de aproximadamente 120 dias. Considerando-se que para cada 1 grau de escore a ser aumentado o animal deverá ganhar aproximadamente 50 kg de peso vivo, uma ou outra estratégia será adotada. Naturalmente as recomendações de suplementação acima não são válidas caso não haja pastagens com boa disponibilidade de massa de forragem.

 

Importância da fase de pós-parto

A condição corporal da vaca no momento do parto tem influência direta sobre o período pós-parto. Após o parto, a vaca inicia a fase de lactação, na qual há grande exigência metabólica e nutricional. Além disso, espera-se que essa vaca recupere sua condição uterina (45 dias de involução uterina) e retome a ciclicidade rapidamente, pois este animal precisará emprenhar novamente, o quanto antes. No caso de vacas primíparas, elas ainda precisam terminar seu crescimento, pois ainda não atingiram seu peso adulto. Por isso, uma atenção especial deve ser dada a essa categoria animal, principalmente após o primeiro parto. Em condições de deficiência alimentar, a desmama precoce pode reduzir as suas exigências nutricionais, o que favorece o restabelecimento da atividade reprodutiva.

O uso do sistema Creep Feeding, com alimento privado aos bezerros, ajuda o restabelecimento da vaca do pós-parto, além de auxiliar na desmama dos bezerros. Portanto esta alternativa de suplementação dos bezerros com o Minercamda Creep Feeding melhora tanto o desempenho dos bezerros como na recuperação do escore corporal da vaca devido a perda de peso no período pós-parto.

No período pós-parto as vacas entram no chamado balanço energético negativo (BEN), ou seja, o aporte nutricional da dieta é inferior às suas necessidades metabólicas e, assim, a vaca tem perda de peso e de condição corporal. Com essa perda de peso, a recuperação de suas condições reprodutivas fica prejudicada, prolongando o período de anestro pós-parto e dificultando o estabelecimento de nova prenhez. Quando a propriedade trabalha com sistema de estação de monta, o período de acasalamento é restrito e precisa ser otimizado. Pensando em atingir o intervalo entre partos (IEP) ideal de 12 meses e sabendo que a gestação dura em torno de 285 a 290 dias, restam apenas 75 a 80 dias para o animal retomar sua ciclicidade e estabelecer a nova prenhez. Para ter resultados mais rápidos, basta procurar pelos técnicos da Camda. (crédito foto: Sindicarne)



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