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Atualizado em 03-05-2019

Adaptação de dieta: importância e como fazer

Qualquer tipo de alteração na dieta dos animais requer que o mesmo passe por um período de adaptação. Esse período é pelo fato de que os ruminantes, durante o processo de digestão, contam com a ajuda de bactérias, fungos e protozoários que estão presentes no rúmen. Esses microrganismos recebem os alimentos que são ingeridos pelos animais e, com um ambiente propício (com ausência de oxigênio, pH e temperatura adequada), realizam a fermentação desses alimentos. A partir disso, esses microrganismos geram outros produtos, principalmente Ácidos Graxos Voláteis – AGV, que são utilizados, em sua maior parte, como fonte de energia para o animal. A mudança da dieta gera alteração na microflora ruminal do animal, fazendo que aumente a quantidade de certos microrganismos e diminua o número de outros.
Portanto, esses microrganismos precisam passar por um período de adaptação, para que a quantidade dos mesmos seja produzida para que ocorra a fermentação efetiva dos produtos da nova dieta. Como por exemplo, quando o animal sai do sistema extensivo e é confinado, onde geralmente há a diminuição da quantidade de volumoso e aumento da quantidade de concentrado - ou seja, mudança de uma dieta rica em fibras para uma dieta rica em energia - essa mudança gera a diminuição de microrganismos celulolíticos (que degradam celulose) e aumento de microrganismos amilolíticos (que degradam amido). Com isso, para que a produção desses microrganismos ocorra de maneira correta, é necessário que os animais passem por um período de adaptação da dieta.
Esse período é considerado crítico, pois pode promover ou prejudicar o desempenho e a saúde animal, devendo ser feito de forma gradual. Quando não respeitado, pode acarretar alguns prejuízos, como pior aproveitamento da dieta, doenças metabólicas e menor desempenho.
Existem algumas maneiras de realizar a adaptação. O método mais comum é o protocolode escada, que consiste em fornecer concentrado em níveis crescentes até que se atinja a quantidade desejada para a fase de terminação. Nesse protocolo, os níveis de concentrado e forragem ofertados e o período total de adaptação, podem variar de acordo com a quantidade de concentrado.
Outro protocolo que pode ser utilizado é o de restrição, no qual, há o fornecimento da nova dieta desde o primeiro dia de confinamento, porém, essa dieta nova é restrita por quantidade de matéria seca. Por exemplo, o início do período de adaptação desse protocolo, pode ser pelo fornecimento de 1,4 a 1,7% do peso vivo animal, e, assim, sendo aumentado diariamente até que o animal atinja o consumo a vontade da quantidade estimada.
Importante ressaltar que o fornecimento de alimento deve ser constante, pois, períodos muito longos sem, pode fazer com que o animal consuma o alimento de forma exagerada quando o mesmo é fornecido, causando problemas metabólicos. Portanto atentar para aqueles animais que realizam viagens longas ficando muito tempo sem comer e/ou que chegam debilitados na propriedade. Outro problema de mudança alimentar comum é a diarreia metabólica, causada pelo excesso de proteína oriunda do nitrogênio não proteico (NNP) do broto do capim, prejudicando o desempenho do animal, pois neste período há uma mudança repentina de pasto seco (alta fibra, baixa proteína) para os brotos das primeiras chuvadas.
Para evitar que isso aconteça intensivamente, pode ser fornecido sal proteinado a fim de manter um melhor equilíbrio da flora ruminal dos animais. A Minercamda possui uma linha de produtos Performance, que além de suprirem as exigências de macro e microminerais, são fonte de proteína e energia. Dessa linha de produtos, podemos citar o Seca S e o Turbo Energético, produtos indicados para bovinos de corte nas fases de cria, recria e engorda, com recomendação de uso do primeiro de 50 a 100 g e o segundo, 200 a 300 g para cada 100 kg de peso vivo animal.
Atentar às recomendações contidas no verso das embalagens de proteinados que orientam misturar o proteinado meio a meio com um suplemento mineral e ir aumentando gradativamente a proporção até oferecer somente o proteinado no sétimo dia de adaptação.
Contudo, a adoção do período de adaptação consiste no aumento do consumo de concentrado de maneira gradual, de forma que a flora ruminal se adapte a nova dieta, obtendo melhores resultados, como maior ganho de peso e menor incidência de doenças metabólicas. (crédito foto: Prodap)

Oswaldo Izidio

Zootecnista

  Supervisor de Produção

 



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