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Atualizado em 15-01-2019

Cooperar para crescer

Vamos primeiro aos números. A agricultura representa para o Brasil um terço do Produto Interno Bruto (PIB), 40% do emprego direto e indireto e 40% das exportações. Entretanto, eis um dado ainda mais interessante. As cooperativas configuram quase 50% deste mercado, servindo como ponto de encontro entre os produtores rurais e suas necessidades.
Mas para quem não entende muito sobre este assunto fica a questão: como esta estratégia de mercado, que visa o trabalho conjunto de diversos produtores, se tornou tão relevante para o país?
Osvaldo Kunio Matsuda, sucessor de um dos pioneiros e atual diretor presidente da Cooperativa Agrícola Mista de Adamantina (Camda), define o cooperativismo como uma forma de proteger os interesses dos produtores rurais e trazer mais vantagens a todos os setores envolvidos.
Uma saída
Na história da Camda, conta-se que em 4 de abril de 1965 alguns agricultores se uniram para formar um elo com produtores da região e fortalecer as necessidades referentes ao plantio e a colheita.
A ideia surgiu do produtor rural Mário Matsuda, falecido há seis anos. “Na época era quase inevitável ficar refém dos maquinistas e do controle no preço do café”, lembra com admiração Osvaldo Kunio Matsuda, filho de Mário e atual presidente da empresa. “O cooperativismo veio como uma revolução no objetivo de ter custos menores.”
Prova que Mário atingiu seu objetivo: hoje a Camda possui 20 mil cooperados em cinco Estados do país. Em 2018 o seu desempenho foi destaque no anuário “Melhores & Maiores: as 1.000 maiores empresas do Brasil”, divulgada pela Revista Exame e foi apontadaentre as 400 melhores do agronegócio, alcançando o 229º lugar.
Filho de um pioneiro
“Nasci no sítio em 1961 e a Camda foi fundada em 1965. Meu envolvimento com o campo veio de berço. Um dos prazeres da infância era ir para fazenda. Ficava esperando os dias sem aula para viver esse universo”, conta. “Lembro-me de caçar passarinho no cafezal e na época da colheita, brincar na piscina de café que se formava dentro da tulha”, conta Osvaldo demonstrando forte apreço pelas lembranças. “Minha infância sempre esteve envolvida com o campo.”
Tamanha convivência com seu pai e com a terra tornou fácil para Osvaldo escolher uma graduação dentro do agronegócio, a zootecnia. Segundo ele, trabalhar com o que a terra produz sempre foi uma certeza.
Quando terminou seu curso de graduação em Maringá, voltou para Adamantina com o objetivo de ajudar seu saudoso pai com os negócios, já que Mário sempre se dedicou completamente à cooperativa.
Coincidentemente, presenciou uma mudança no cenário do agronegócio mundial. “Vi a agricultura do Brasil se transformar nos últimos 20 anos. Principalmente pelo advento da China e pela tecnologia, renovação de máquinas e conhecimento. A agricultura daquele tempo é baseada na lembrança de colher café com as mãos. Agora na fazenda é quase tudo 100% mecanizado.”
Osvaldo explica que havia um equilíbrio entre o que se consumia no mundo e aquilo que se produzia. Com a China no mercado, a demanda fez o preço subir. Em paralelo, a inflação acabou e as dificuldades das quais seu pai havia passado foram suplantadas. “Mas claro, vieram outras”, ressalta. “No agronegócio, a China trouxe outra realidade, foi um divisor. Por isso toda referência do meu pai sobre negociação de preço agrícola mudou por volta dos anos 2000”, apontou.
Expectativas
Observando a atual situação do agronegócio na Nova Alta Paulista, o presidente considera ser uma questão complicada de explanar de forma genérica. Ele lembra que após a cultura de café ter dominado as fazendas, a crise da monocultura, pelo esgotamento dos solos ou em razão dos aspectos mercadológicos e até econômicos, fez a região entrar em profunda crise.
Em busca de uma alternativa, aconteceu a migração para pecuária e em seguida para cana-de-açúcar, o que infelizmente não foi favorável ao pequeno produtor e que pode ter desencadeado uma porção de consequências que nos leva até a situação atual.
“Quando comparamos a nossa região com outros Estados vemos que ficamos para trás na parte tecnológica e em outros pontos. Por exemplo, no Paraná, depois da queda da cultura do café os produtores migraram para soja e frangos de corte. Aqui a postura e a condição foram diferentes. O solo e o clima não ajudaram.”
Em prol da permanência, evolução e estabilidade das atividades que necessitam da terra, a cooperativa analisa e projeta novas soluções para o produtor rural. “O futuro do agronegócio está em oferecer alternativas aos produtores. Hoje a maior parte desta economia na região está baseada na cana e pecuária. Isso significa um quadro muito ruim e perigoso”, considera.
A expectativa é que os atuais produtores de cana-de-açúcar passem a investir na tecnologia e em transgênicos para produzirem grãos, como a soja e o milho. “Existe uma expectativa muito grande para a soja. Araçatuba e Presidente Prudente já estão com um forte plantio de grãos e podem tornar a região uma grande produtora destas culturas”, disse Osvaldo.
Para engajar os agricultores nesta atividade, Osvaldo lembra que a Camda está trabalhando em projetos, aquisição de sementes e até terceirização para dar assistência ao produtor.
“Em dois anos vimos resultados que não existiam no passado. Foram tempos de evolução e sucesso muito grande. Acreditamos que será um dos futuros para nossa região. Mas necessita de um trabalho de teste, porque não é fácil entrar numa cultura sem experiência. Já temos um campo experimental e faremos uma feira em março para irmos de encontro com algo que está acontecendo através de números.”
Evolução
À frente da cooperativa há 20 anos, Osvaldo se diz apreensivo sobre os novos rumos políticos do país e disposto a continuar observando o setor em outros países, como fez ao visitar a Austrália, Itália, França e até os Estados Unidos. “Quando entrei na Camda não havia dinheiro para investir, por exemplo, na agroindústria. Então a saída foi investir em filiais”, declara. Atualmente, a Camda tem 38 filiais distribuídas nos Estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás e Paraná.
 


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