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Atualizado em 31-10-2018

Particularidades da pecuária leiteira

As diferentes culturas de produção do agronegócio brasileiro vêm se aperfeiçoando cada vez mais quanto a adaptação, buscando maior produtividade em diferentes regiões do país.
A bovinocultura leiteira, no ramo da pecuária, é uma das produções mais sensíveis às diferentes regiões e perfis climáticos. Pela dificuldade do animal manter-se em homeostase para produzir com saúde e de forma rentável, devemos ajustar o ambiente e/ou a raça utilizada para obter êxito na atividade.
Não diferente do mercado agrícola, onde vemos o constante desenvolvimento de variedades de uma mesma cultura objetivando maior produção em regiões distintas, a pecuária leiteira também alça mão do cruzamento entre raças para aliar a boa produção e adaptação animal. A produção brasileira está concentrada nas regiões sul e sudeste e, mesmo próximas, apresentam diferentes perfis climáticos entre si tornado ambientes mais favoráveis para uma raça e menos para outra.
Com isso, em 1940, surgiram os primeiros animais da raça Girolando. Oriundos do cruzamento da raça Holandesa (raça de maior produção) e Gir (raça de maior adaptabilidade), tem o intuito de aliar características ideais para a produção em sistemas pouco intensificados obtendo animais produtivos e adaptados em climas tropicais e subtropicais. Passando por diferentes composições de grau de sangue, que vão de 1/4 HOL + 3/4 GIR até 7/8 HOL + 1/8 GIR, o direcionamento do cruzamento busca um padrão racial fixando no 5/8 HOL. Os graus de sangue variam com a necessidade de cada sistema de produção e região de produção.
Outra importante raça, se não a principal para a produção leiteira, é a raça holandesa. Totalmente adaptada a climas temperados, é a raça de maior expressão na produtiva aliando quantidade e qualidade, porém deixando a desejar na adaptação a climas quentes e úmidos. De grande porte, a raça holandesa pode atingir produção diária de 50, 60 litros por dia quando submetido a ambientes mais favoráveis. A raça holandesa melhorou muito através de uma seleção e aperfeiçoamento baseado em controles zootécnicos dos mais rigorosos padrões. Animais exigentes nutricionalmente, também necessitam de uma formulação de dieta para que possam expressar sua máxima produtividade. Rebanhos puros são facilmente encontrados nas regiões sul do país, onde existem ambientes mais favoráveis a produção em temperatura e umidade.
O Gir leiteiro é uma raça zebuína originária da Índia. É considerada uma das raças mais antigas vinda das regiões de Gir na Península de Kathiawar. Os primeiros exemplares da raça provavelmente chegaram ao Brasil em 1906, trazidos por Teófilo Godoy. No entanto o criador do triângulo mineiro, Wirmondes Machado Borges realizou mais quatro importações que contribuíram para a formação do Gir Brasileiro.
Apenas na década de 30 alguns criadores identificaram animais da raça que se destacavam na produção de leite. O Gir leiteiro é o resultado do trabalho de seleção para determinada característica de interesse (leite) de criadores da São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, formando um biótipo especializado, com produções aferidas que permitem distinguir os animais pelo desempenho e por conhecimento do nível de produção de sua linhagem, avaliando pedigree.
Por ser originária da Índia, com clima semelhante ao do Brasil, o Gir encontrou aqui um ambiente ideal para expressar seu potencial na produção de leite. A raça se destacou pela resistência a endo e ectoparasitas, possui um sistema termorregulador fazendo com que a vaca tolere altas temperaturas e não entre em estresse térmico, que é um fato que acarreta perdas na produção de leite e prejudica a reprodução. Tem capacidade de converter pastagem em leite e por ter maior rusticidade dispensa o uso de medicamentos e carrapaticidas tornando o custo de produção mais barato.
               
Se você cooperado Camda busca aumentar sua produção leiteira ou mesmo pretende iniciar seus trabalhos nessa cultura, a cooperativa tem como auxiliá-lo nessa área. Procure a filial mais próxima de você.
 


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