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Matriz - Adamantina/SP

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Atualizado em 26-03-2018

Laboratório de Análises Agronômicas da Camda é referência no mercado

Atualmente, o Brasil destaca-se no cenário mundial por apresentar uma crescente expansão na área econômica, na qual boa parte dos pontos acrescidos no superávit brasileiro, no decorrer dessa última década, é reflexo direto da alta demanda de exportação de produtos relacionados ao agronegócio. Observa-se quão impactante é o referido setor para a economia brasileira, reforçando a ideia da importância de novos investimentos na área de agronegócios, com ênfase na agricultura de precisão, seja ela referente ao pequeno, médio e grande produtor no país. Agricultura de precisão é toda prática de interferência a fim de estabelecer condições ideais às espécies cultivadas na agricultura, seja ela química, física ou biológica.
Paralelo a isso, sabe-se que o conhecimento e o controle da fertilidade do solo, qualidade da água e nutrição das plantas são de primordial importância na produtividade das culturas, quando os outros fatores de crescimento são adequados, além de definir uma política de ocupação correta das terras, respeitando-se a fragilidade dos ambientes e garantindo o uso sustentado dos recursos naturais.
O conceito atual da fertilidade do solo é restrito às condições químicas do solo. Este conceito mineralista não foi alterado e é amplamente utilizado no mundo há mais de um século e meio. O conceito mineralista estabelece uma relação direta entre a quantidade de nutrientes no solo, determinados quimicamente, e a produtividade das culturas. Na prática, estabeleceram-se teores (ou valores) críticos ou faixas adequadas para o bom desenvolvimento das culturas. Assim, é consenso que solos cujos valores dos indicadores da fertilidade estão fora das faixas adequadas, em geral produzam menos ou não produzam, enquanto os de fertilidade adequada tendem a produzir próximo do seu potencial máximo.
Esse enfoque químico da fertilidade contribui muito para o desenvolvimento da agricultura, principalmente nos países cujos solos são pobres em nutrientes, como o Brasil. Com a expansão da cafeicultura, fruticultura, cerealicultura e canavicultura nas regiões em que a Camda atua, a demanda por serviços laboratoriais têm apresentado um crescimento muito acentuado, sendo hoje como um elemento indispensável para obtenção de sucesso em um ciclo produtivo.
 
Laboratório de análise
Localizado no município de Adamantina, onde se situa a matriz da cooperativa o Laboratório de Análises Agronômicas da Camda veio para prestar serviços de análises de solo e tecido vegetal aos seus cooperados buscando como meta manter um alto grau de qualidade em todos os seus processos através da participação de programas como o Ensaio de Proficiência IAC para laboratórios de análise de solo e Programa Interlaboratorial de Análise de Tecido Vegetal (PIATV) da Esalq-USP para obtenção dos selos de qualidade em análises. Neste contexto nosso laboratório chega como um elemento importantíssimo para desenvolvimento das regiões em que a Camda atua promovendo aos cooperados análises de solos e tecidos vegetais, de modo a auxiliá-los no dia-a-dia do campo como forma de melhorar o desenvolvimento e produtividade tanto da agricultura quanto da pecuária.
 
Como fazer a coleta de solo?
O primeiro passo é dividir a propriedade em glebas ou talhões que sejam uniformes. Assim, a amostra coletada em cada gleba poderá representar a sua situação de fertilidade. Normalmente estas áreas são separadas conforme suas características físicas ou de uso: área arenosa, área argilosa, alto da encosta, meio ou baixada, cor da terra, cultura ou vegetação existente ou anterior e até mesmo devido aos tratamentos que já recebeu como calagem e adubação.
Normalmente recomenda-se separar estas glebas em áreas de no máximo 10 ha. Quanto mais dividida for a área, melhor será a sua separação para definir qual o melhor tratamento que cada pedaço de terra irá receber (quanto maior o número de amostras simples de uma área para formar a composta, mais preciso será a amostragem do solo).
Cada uma das áreas escolhidas deverá ser percorrida em zig-zag, retirando-se com um trado, amostras de 15 a 20 pontos diferentes, que deverão ser colocadas juntas em um balde limpo. Na falta de trado, poderá ser usado um tubo ou uma pá. Todas as amostras individuais de uma mesma área uniforme deverão ser muito bem misturadas dentro do balde, retirando-se uma amostra final, em torno de 500g.

 
As amostras deverão ser retiradas da camada superficial do solo, até a profundidade de 20 cm, tendo antes o cuidado de limpar a superfície dos locais escolhidos, removendo as folhas e outros detritos. Não retirar amostras de locais próximos a residências, galpões, estradas, formigueiros, depósitos de adubos, etc. Não retirar amostras quando o terreno estiver encharcado. No caso de culturas perenes (frutíferas, por exemplo) sugere-se também retirar amostras entre 20 e 40cm de profundidade que deverão ser separadas das amostras superficiais.
Identifique corretamente cada amostra com:
 

  • Nome produtor
  • Nome propriedade
  • Endereço completo (cidade e CEP também)
  • Identificação da amostra
  • Cultura
 
Análise foliar como fator de aumento da produtividade das culturas
 
Normalmente, as lavouras de alta produtividade são conduzidas visando à máxima resposta numa condição de suprimento ótimo de nutrientes, considerando os demais fatores de produção (semente, clima, tratos culturais) também adequados. A pronta disponibilidade de nutrientes, de acordo com a demanda nos diferentes estádios de desenvolvimento das culturas, deve ser garantida por meio da escolha adequada dos fertilizantes e do correto manejo da adubação (dose, época e modo de aplicação, parcelamento etc). O equilíbrio nutricional de macro e micronutrientes passa a ser um importante condicionador de ganhos adicionais de produtividade. O monitoramento da fertilidade do solo e a avaliação frequente do estado nutricional das lavouras por meio da análise foliar são imprescindíveis para a detecção da necessidade de se corrigir distorções (desequilíbrios nutricionais) ou da possibilidade de otimização do manejo da adubação (economia de insumos) ao longo do tempo.
 
A utilização da análise foliar é que vai indicar se os fertilizantes aplicados ao solo estão sendo realmente aproveitados e se os nutrientes fornecidos estão balanceados conforme as exigências da cultura. O desequilíbrio entre nutrientes na planta pode ocorrer em razão de alguma falha de manejo que passa despercebida, mesmo quando se faz uso de adubações pesadas e frequentes. O fornecimento desproporcional pode prejudicar a produtividade tanto quanto uma condição de deficiência de um determinado nutriente. A análise foliar é um indicador bastante confiável quando se deseja saber se o manejo adotado numa lavoura está coerente, ou seja, se não está havendo falta ou desperdício de algum nutriente. Comparativamente aos macronutrientes, os micronutrientes têm mais limitações quanto à avaliação de sua disponibilidade e definição da adubação com base apenas na análise de solo. A folha reflete melhor o que a planta consegue extrair do solo.

Um fator essencial para a qualidade das informações obtidas na análise foliar depende exclusivamente do agricultor: a coleta das folhas de forma correta. Para cada cultura existem informações específicas sobre como proceder à amostragem de folhas, a fim de permitir a comparação dos resultados da análise com os níveis de referência para os diversos nutrientes. Tais níveis de referência são os teores de nutrientes na folha considerados baixos, adequados ou altos e podem ser encontrados em livros e boletins técnicos que tratam de adubação e nutrição de plantas.
A interpretação dos resultados é feita por consulta a tabelas que apresentam os níveis de referência relativos à cultura de interesse. Tanto a amostragem quanto a interpretação devem, preferencialmente, ser orientadas por um profissional (agrônomo) que possa fornecer maiores detalhes a respeito dos cuidados na coleta das folhas e tirar conclusões práticas, de interesse do agricultor, a partir da avaliação dos resultados da análise.

Quando se observam partes da lavoura com plantas apresentando desenvolvimento atípico, é possível empregar a análise foliar para diagnosticar possíveis problemas nutricionais, mesmo que o estádio de desenvolvimento da cultura não seja aquele indicado para a amostragem das folhas. Neste caso, pode-se comparar a análise das folhas das plantas anormais com a de plantas normais da mesma lavoura.

O argumento de que a análise foliar tem custo elevado não é justificado quando se levam em conta os benefícios que essa técnica possibilita em termos de ganhos em produtividade e racionalização do uso de adubos. Isso é tão mais evidente quanto mais tecnificada for a lavoura; afinal, o suprimento de nutrientes para as plantas não pode ser limitante num sistema que envolve grande investimento nos demais fatores de produção (irrigação, energia, maquinário, sementes, defensivos etc).
 
Selo de qualidade
Nosso laboratório teve início de suas atividades em maio de 2011 e em todos os anos conseguimos ótimas notas e classificações tanto no Programa do IAC quanto no Esalq – USP, ficando sempre entre os 10 melhores laboratórios do país.
Serviços prestados
O Laboratório de Análises Agronômicas da Camda conta com os seguintes serviços:
Análises de solo
Macronutrientes: Fósforo, Potássio, Cálcio, Magnésio, Enxofre e Fósforo Remanescente.
Micronutrientes: Ferro, Manganês, Zinco, Cobre e Boro.
Outras determinações: pH, Alumínio, Acidez total (H+Al), Saturação de Bases, Capacidade de troca Catiônica e Matéria Orgânica.
 
Análises de Tecido Vegetal (folhas):
Macronutrientes: Nitrogênio, Fósforo, Potássio, Cálcio, Magnésio e Enxofre.
Micronutrientes: Ferro, Manganês, Zinco, Cobre e Boro.
 
Corpo técnico
Em nossa unidade laboratorial contamos com duas biólogas, uma química e dois engenheiros agrônomos, todos qualificados e bem treinados para oferecer sempre os melhores serviços com qualidade exemplar.
Nos colocamos sempre à disposição de nossos associados para esclarecer quaisquer dúvidas sobre nossos serviços e estamos abertos a receber visitas com agendamento prévio. (Com informações de Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, IAC e PIATV)
 


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